Esta semana, o Presidente Seguro imitou o Presidente Marcelo e promulgou com criticas uma lei que lhe chegou do Parlamento, no caso a lei da nacionalidade, anteriormente chumbada no Tribunal Constitucional e corrigida pela maioria de direita. Fecham esta quinta-feira as negociações as negociações na Concertação Social e tudo indica que o projecto governamental para alterar a legislação laboral acabará chumbado na Assembleia da República e “o país não acaba” por isso, garante o primeiro-ministro.
A maioria presidencial faz também caminho paralelo com a maioria governamental na área da Saúde, onde Adalberto Campos Fernandes, nomeado pelo Presidente coordenador do Pacto Estratégico, já começou a trabalhar.
No país em que o turismo é a galinha dos ovos de ouro, para lá da ameaça que paira sobre as companhias de aviação por causa do preço do jet fuel e da sua escassez, volta a haver problemas sérios no Centro Comercial Humberto Delgado, onde aterram e levantam aviões, mas onde os passageiros aguardam horas na fila, por causa de um novo sistema de controle, poucas cabines e forças de segurança com formação deficiente.
Lá por fora, o rei de Inglaterra, Carlos III, eclipsou o rei sol, Donald Trump, que vive um impasse na guerra em que afirma diariamente a sua superioridade, mas não é capaz de derrotar o seu inimigo.
Está com Bloco Central, uma conversa entre Pedro Marques Lopes e Pedro Siza Vieira, moderada por Paulo Baldaia e com sonoplastia de João Luís Amorim. A música do genérico é de Manuel Siza Vieira.
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