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  • Vida em França - Filme Fátima: "A mensagem mais pura que podemos ter vem das crianças"
    O filme "Fátima", que trata as aparições dos pastorinhos na Cova da Iria, em Portugal, entre 13 de maio e 13 de outubro de 1917, chegou na semana passada aos cinemas em França, numa estreia adiada devido à covid-19. A RFI falou com a produtora Rose Ganguzza que começou a trabalhar no filme em 2013 e trouxe para o elenco a atriz Sónia Braga e para a banda sonora o cantor lírico Andrea Bocelli. "É uma história que desde criança me intrigava e eu disse que gostava de contar essa história do ponto de vista das crianças. Não queria nenhuma virgem flutuando no ar, queria contar a história dentro do contexto do que estava a acontecer no Mundo em 1917", disse Rose Ganguzza. A produtora explicou a dificuldade de fazer um filme independente com um orçamento de cerca de 20 milhões de dólares e como chamar figuras de renome para a equipa como a actriz brasileira Sónia Braga ou o actor norte-americano Harvey Keitel ajudou a conseguir mais fundos. O ponto decisivo desta produção e que a tornou possível, foi o cantor lírico Andrea Bocelli ter aceitado, pela primeira vez, participar na banda sonora de um filme, segundo descreveu a produtora. As filmagens decorreram durante cinco meses em cerca de 30 sítios diferentes em Portugal de forma a reconstituir Fátima do início de século XX e o filme conta no elenco com muitos actores portugueses, um conjunto de profissionais que impressionaram a experiente produtora norte-americana. "Em Portugal há uma tradição incrível de teatro e, para mim, isso é um índice de profissionalismo mais alto. O nosso casting em Portugal foi brilhante", disse Rose Ganguzza. Filmado no verão de 2018 e terminado em 2019, o filme deveria ter estreado mundialmente em 2020, mas a pandemia acabou por mudar os planos da equipa. "A grande estreia ia ser em abril de 2020 no Lincoln Center, com Andrea Bocelli a cantar, tínhamos uma distribuição enorme nos Estados Unidos, estava tudo planeado. Nova Iorque foi o epicentro do vírus e tivemos de cancelar tudo", contou a produtora. Assim, o filme estreou em vários cinemas ao ar livre nos Estados Unidos no verão de 2020, tendo depois passado a vídeo on demand, num sistema onde bateu vários blockbusters, e sendo depois difundido na Netflix norte-americana. O filme chegou na semana passada aos cinemas da América Latina e da Europa, chegando brevemente aos cinemas em África e também à Netflix noutras parte sdo mundo. Mais do que a história religiosa ligada aos milagres de Fátima, para Rose Ganguzza a mensagem principal do filme é que as crianças devem ser ouvidas. "A mensagem deve ser que as pessoas devem ouvir mais as crianças. Na minha vida, tenho trabalhado muito com crianças, e, para mim, a mensagem mais pura que podemos ter vem da boca das crianças, não tem filtros. Essas crianças tinham coisas para dizer. Temos de lutar mais para o Mundo ver que é possível se acreditarmos em alguma coisa, não precisa ser a religião formal, mas tudo no Mundo não precisa ser materialista", concluiu Rose Ganguzza.
    10/14/2021
    15:48
  • Vida em França - Paris-Roubaix, 1ª edição feminina ocorreu 125 anos após a primeira masculina
    A primeira edição da prova de ciclismo Paris-Roubaix Feminino decorreu no passado sábado 2 de Outubro, em França, com a presença de uma atleta portuguesa, Maria Martins, conhecida por Tata Martins, da equipa Drops-Le Col supported by Tempur. Esta prova feminina francesa decorreu 125 anos após a primeira edição da prova masculina que ocorreu em 1896. Para Maria Martins, ciclista portuguesa, é importante haver uma versão feminina desta mítica corrida francesa, ela que espera que haja mais igualdade entre homens e mulheres no ciclismo. Maria Martins, atleta lusa, deixou uma mensagem às futuras ciclistas, mas antes disso fez um balanço da temporada durante a qual participou nos Jogos Olímpicos de Tóquio, no Japão, na prova de ciclismo de pista. A prova feminina foi ganha pela britânica Elizabeth Deignan (Trek-Segafredo Women) que se superiorizou à holandesa Marianne Vos (Team Jumbo-Visma Women) e à italiana Elisa Longo Borghini (Trek-Segafredo Women). Quanto a Tata Martins (Drops-Le Col supported by Tempur) terminou no 19° lugar a 5 minutos e 55 segundos da vencedora. No entanto, a desigualdade entre homens e mulheres permanece. A vencedora Elizabeth Deignan recebeu 1 535 euros, enquanto o vencedor da prova masculina, o italiano Sonny Colbrelli (Bahrain-Victorious), teve um prémio de 30 mil euros. Para compensar essa diferença, a equipa Trek-Segafredo de Elizabeth Deignan vai oferecer 28 465 euros à sua atleta. No que diz respeito aos atletas masculinos, dois corredores portugueses, André Carvalho (Cofidis) e Rui Oliveira (UAE Team Emirates) estiveram presentes no Paris-Roubaix. Para Rui Oliveira, as mulheres têm todo o direito de fazer esta prova conhecida como ‘O Inferno do Norte’, ele que estava feliz com a corrida realizada pela atleta portuguesa Maria Martins. André Carvalho também estava satisfeito com os progressos realizados no que diz respeito ao ciclismo feminino. A segunda edição do Paris-Roubaix Feminino deverá acontecer em Abril de 2022.
    10/7/2021
    10:33
  • Vida em França - Feira do livro africano em Paris contou com autor moçambicano Agnaldo Bata
    A primeira edição da feira do livro africano decorreu em Paris de 24 a 26 de Setembro. Esta primeira edição contou com dois escritores da África Lusófona, Ondjaki de Angola e Agnaldo Bata de Moçambique. Os dois autores estiveram presentes para apresentar as suas obras, fazer descobrir ao países respectivos e participar numa conferência em torno da literatura da África Lusófona. A RFI foi à descoberta de Agnaldo Bata. O escritor moçambicano, nascido em 1991 em Maputo, está a estudar Ciências Sociais na Universidade Paris VIII na capital francesa. Agnaldo Bata já tem várias peças de teatros e romances publicados, destacando o livro autobiográfico “Na terra dos Sonhos”, e o romance “Sonhos Manchados, Sonhos Vividos”. Em entrevista à RFI, o autor moçambicano, que também é sociólogo, recordou como se apaixonou pela literatura, abordou a sua experiência em Paris, mas começou sobretudo por reconhecer que a feira do livro africano foi um sucesso. É o ponto final neste Magazine Vida em França.
    9/30/2021
    15:43
  • Vida em França - Crise dos submarinos: Macron e Biden reconciliados
    Seis dias depois do anúncio do pacto Aukus, que desencadeou uma crise diplomática entre Paris e Washington, os presidentes francês e norte-americano conversaram por telefone esta quarta-feira, para retomar "conversas intensivas" no próximo mês. Os Presidentes de França e dos Estados Unidos concordaram em encontrar-se pessoalmente no final de Outubro para discutirem as consequências da criação do pacto de defesa entre os EUA, Austrália e Reino Unido, que gerou uma crise diplomática inédita entre Washington e Paris. Em deslocação aos Estado Unidos, Scott Morrison, diz entender a decepção de Paris depois da assinatura do pacto militar estratégico Aukus e do cancelamento do "contrato do século" com a França. O primeiro-ministro australiano reconheceu, esta quarta-feira à noite, que o Presidente francês Emmanuel Macron lhe dificultava a vida depois do cancelamento do contrato dos submarinos, mas Scott Morrison prometeu ser "paciente" para restaurar as relações com a França. Declarações proferidas a partir de Washington, explicou ainda ter tentado falar com Macron mas ainda sem qualquer efeito. O AUKUS é uma aliança estratégica, militar e tecnológica entre Austrália, Estados Unidos e Reino Unido, anunciada pelos chefes de Governo dos três países na quarta-feira, e especificamente concebida para actuar e ser desenvolvida na região do Indo-Pacífico. O acrónimo que dá nome à parceria resulta da junção das letras pelas quais são conhecidos internacionalmente os seus três membros: AU (Austrália); UK (Reino Unido); e US (Estados Unidos). No centro da discussão esteve o facto de, com a decisão de aceitar a tecnologia nuclear norte-americana, o governo australiano ter decidido cancelar um acordo que fez em 2016 com a empresa francesa Naval Group, que implicava a renovação da sua frota de submarinos a troco de 31 mil milhões de euros – o “acordo militar do século”, como ficou conhecido. "A França poderia ter antecipado estas manobras", aponta o docente na Science Po, Pascal de Lima. O economista sublinha ainda que "os Estados Unidos procuram aliados contra a China, afastando a França da região do Indo-Pacífico".
    9/23/2021
    8:20
  • Vida em França - Profissionais de saúde em França dizem que foram "pressionados" a vacinar-se
    A partir de quarta-feira passou a ser obrigatório para os profissionais de saúde em França estarem vacinados, com muitos enfermeiros e pessoal a hospitalar a alegar que foram pressionados a fazê-lo pelas suas hierarquias. A pena para quem não é vacinado? Não poder exercer a profissão e perder o salário. Dezenas de pessoas concentraram-se na manhã de terça-feira à frente do Ministério da Saúde em França para protestar contra a obrigação da vacinação contra a covid-19 para todos os profissionais de saúde. Para Asdine Aissiou, secretário-geral da CGT no hospital Pitié-Salpêtrière, em Paris, o que está em questão não é a vacinação, mas sim a falta de meios. “Estamos aqui para denunciar o que o Governo está a plicar, a vacinação obrigatória para toda a gente que trabalhano hospital. O problema não é a vaicnaçõa, o problema é como estão a estigmatizar os profissionais de saúde e não falamos do verdadeiro problema. A falta de meios no hospital e a falta de orçamento. Há muito poucos profissionais que estão contra a vacinação. É uma infíma percentagem", disse o sindicalista. No início do verão, o Presidente da República, Emmanuel Macron, avisou que a partir de 15 de setembro a vacinação seria obrigatória não só para os profissionais de saúde em hospitais ou clínicas, mas também para pessoal administrativo, assim como lares, unidades de cuidados continuados, centros de saúde, estudantes na área da saúde que acedam a essas estruturas e ainda bombeiros e militares com missões civis. Também nessa altura foi apresentada a sanção para quem não se vacina: a suspensão da atividade profissional e do salário. No total, segundo os dados mais recentes revelados pelo Ministério da Saúde, 84% das pessoas que trabalham nos hospitais em França estão completamente vacinadas, um número que sobe para 90% entre os que exercem uma profissão na área da saúde em regime liberal. Suzanne Santos, enfermeira de origem portuguesa nos arredores de Paris, exerce a sua profissão em regime liberal e não se queria vacinar, mas a ameaça de não poder mais trabalhar falou mais alto. "Eu fui obrigada por causa desta lei, senão eu não queria vacinar-me. Eu apanhei a covid em Janeiro, no âmbito da minha profissão. Fiquei doente, fiquei parada 10 dias, depois disso fiz um teste serológico para ver se tinha imunidade no fim do mês de fevereiro e o ressltado é que tenho imunidade, assim como o meu marido e o meu filho. Se eu não tivesse sido vacinada, não podia trabalhar", lamentou a enfermeira de origem portuguesa. Os sindicatos da Saúde estão revoltados com esta medida e temem agora que o trabalho aumente, como descreveu Coralie, jovem enfermeira, na manifestação.  "Como vai haver falta de profissionais, vão pedir-nos a nós de fazer mais. Como isso não é possível, vamos ter de deixar lado os cuidados para o bem estar do paciente em hospitalização, como se fosse uma fábrica. Eu sou vacinada há algum tempo, porque fui pressionada pela minha hierarquia para me vacinar", afirmou Coralie. Stephanie dos Santos Campanha trabalha na farmácia do Instituto Gustave Roussy, o maior centro de luta contra o cancro na Europa que fica nos arredores de Paris e afirma que os seus colegas estão prontos a juntar-se aos protestos agendados contra o Governo no dia 5 de outubro devido à obrigação de vacinação. "O Governo francês não nos pode fazer isto, nós trabalhmos nos hospitais e mesmo durante o confinamento viemos trabalhar todos os dias, não tivemos férias, trabalhámos sábados e domingos e agora o tratamento que nos dão, não pode ser. Há muita pressão para nos vacinarmos", concluiu a secretária-geral da CGT no Instituto Gustave Roussy.
    9/16/2021
    7:49

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