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  • Portugueses vão servir "bifana gigante" e solidária em Paris
    Em França, nos próximos dias 2 e 3 de Dezembro decorre mais uma edição do Téléthon, uma conhecida campanha de angariação de fundos que reverte para a investigação de doenças auto-imunes raras. A associação Les Hirond'Ailes, presidida pela portuguesa Suzette Fernandes, volta a associar-se à iniciativa através de um desafio original: cozinhar "uma bifana gigante" na região de Paris e tentar entrar no livro de recordes do Guinness. Oiça a entrevista nesta edição de Vida em França.
    11/30/2022
    9:11
  • "Limbo", uma performance sobre colonização, assimilação e identidade
    Victor de Oliveira, ator e encenador de origem Moçambicana volta aos palcos com a sua peça "Limbo". Um projeto que mistura autobiografia, história e memória coletiva. Em "Limbo", navega-se pela questão da colonização, das origens e do exílio. Victor de Oliveira nasceu em Moçambique em 1971 durante o período colonial, de pais e avós moçambicanos, portugueses, indianos, chineses. Toda uma complexidade identitária que o encenador confessa ter sido difícil de assumir e de viver durante longos anos, e que é hoje a essência do seu projeto teatral. Branco em Moçambique e mulato em Portugal, Victor de Oliveira situa-se num limbo onde a construção de uma só identidade é sempre uma viagem.  "Nasci em Moçambique em 1971, ainda durante o período colonial. Os meus pais nasceram também em Moçambique e são mulatos como eu, e os meus avós são portugueses, moçambicanos, indianos, chineses. é toda uma mistura que tem muito a ver com a colonização portuguesa. Toda essa relação entre os mestiços durante, antes e depois da independência, foi algo com o qual eu cresci. Cresci com isso como algo que era extremamente complicado de viver e que era para mim, de uma certa maneira, uma tragédia, um drama", explica o encenador.  As identidades de Victor de Oliveira são múltiplas. "A partir daí comecei a pensar em algo que é uma questão mais ampla do que apenas a história da minha família e que tem a ver com a história da colonização, com a história da assimilição e do lugar dos mestiços durante o período colonial e a pós-independência em Moçambique".  O ator questiona, da mesma maneira, o lugar dos afrodescendentes no Portugal de hoje, através de uma performance a solo, apoiando-se em datas e histórias tão pessoais como universais.
    11/25/2022
    8:53
  • Migrantes recebidos em França estão em "zona de espera"
    Nos últimos dias, centenas de migrantes viveram momentos de indefinição a bordo de quatro navios humanitários ao largo da costa italiana. Um deles, o Ocean Viking, da ONG SOS Méditerranée, acabou por ser acolhido a título excecional por França, algo que não acontecia há oito anos. Paris decidiu adoptar esta postura após Roma ter recusado terra firme a 234 pessoas. Em entrevista à RFI, Pedro Vianna, antigo responsável pela revista francesa Migrations et Société falou sobre a questão migratória e denunciou as condições em que se encontram os migrantes que foram recebidos em Giens, no sul de França. "É uma tentativa de diversão dizer 'A França acolheu' porque é necessário ver como é que essas pessoas foram acolhidas. As associações já estão a denunciar a maneira como elas estão a ser tratadas", começou por referir. "Saiu um comunicado de uma organização, que cataloga as violações. As pessoas são fechadas, têm de levar braceletes com números de identificação, parece que não há telefones para poderem comunicar e não podem entrar em contacto com advogados. O lugar onde foram acolhidos foi declarada 'zona de espera'", logo "não estão oficialmente no território francês", e como tal "não têm liberdade de movimento", salientou Pedro Vianna. O nosso entrevistado disse ainda que existem pessoas que querem pedir asilo e que esse direito não está a ser respeitado. "Uma vez mais o interesse das pessoas desaparecese diante dos interesses dos estados", complementou. O ministro do Interior de França, Gérald Darmanin, anunciou, entretanto, que 44 dos 234 migrantes iriam ser deportados, após os pedidos de asilo terem sido recusados. "[Estas pessoas] serão deportadas assim que o seu estado de saúde o permita", disse o governante, que salientou ainda que os outros casos individuais estão a ser analisados. Os migrantes do 'Ocean Viking' são na sua maioria oriundos de países como o Bangladesh, a Eritreia, a Síria, o Egipto, Paquistão ou Sudão. Existem 57 crianças no grupo.
    11/17/2022
    9:32
  • Eleição de Bardella mostra poder "quase absoluto" de Marine Le Pen
    Jordan Bardella foi eleito presidente do partido de extrema-direita União Nacional. Para Rafael Lucas, professor catedrático jubilado pela Universidade de Bordéus, a eleição de Bardella "ilustra o grau de implantação de Marine Le Pen na União Nacional, que tem um poder quase absoluto." Além disso, também pode ser visto como uma “recompensa” a Marine Le Pen, por ter aumentado o número de deputados nas legislativas. Jordan Bardella foi eleito, no fim-de-semana passado, presidente do partido de extrema-direita União Nacional. Em 50 anos, Bardella é o primeiro líder da Frente Nacional que não é da família Le Pen, todavia é namorado de uma sobrinha de Marine Le Pen. Jordan Bardella, eurodeputado de 27 anos, é oriundo de Seine-Saint-Denis, na região parisiense, e era há vários anos o número dois de Marine Le Pen. Assumiu a liderança do partido de forma interina quando Marine Le Pen fez campanha nas eleições presidenciais deste ano. Bardella nasceu em 1995 e é descendente de uma família italiana que emigrou para França nos anos 60. Tido como o protegido de Marine Le Pen, Bardella desde cedo demonstrou interesse pela política. Para Rafael Lucas, professor catedrático jubilado pela Universidade de Bordéus, a eleição de Jordan Bardella para a chefia da União Nacional não deverá ditar uma nova radicalização do partido: “Acho que sobretudo será uma continuação da linha directiva de Marine Le Pen, porque ela quer afastar-se da linha de Eric Zemmour, que aliás teve um fracasso estrondoso nas eleições legislativas na medida que não obteve a eleição de nenhum deputado”. Portanto, Bardella deve "manter a linha de respeitabilidade e moderação” do partido, acrescenta. Jordan Bardella venceu a presidência do partido ao arrecadar 85% dos votos, contra 15% da votação para o autarca de Perpignan, Louis Aliot. Este resultado esmagador de Bardella ilustra, nas palavras de Rafael Lucas, “o grau de implantação de Marine Le Pen na União Nacional. Ela tem um poder quase absoluto. Além disso, também ilustra a fidelidade dos membros” do partido. Uma vitória expressiva que pode ser igualmente vista como uma “recompensa” por parte dos membros da União Nacional a Marine Le Pen, pelo facto de ter conseguido aumentar o número de deputados eleitos nas legislativas, passando de 8 para 89 assentos parlamentares, “é a progressão mais espetacular da vida política francesa”.
    11/10/2022
    8:36
  • Lusofonia presente em festival da periferia de Paris onde as músicas do Mundo marcam o ritmo
    Até dia 13 de Novembro, decorre no departamento de Seine Saint Denis, junto a Paris, a 26ª edição do Festival Cidades das Músicas do Mundo, que traz à periferia da capital francesa sonoridades e danças de todo o globo e que trouxe a morna cabo-verdiana e o fado português a Aubervilliers. Numa noite mais quente do que é habitual para os termómetros franceses em Outubro, Lucibela, uma das referências da morna, e Clara Pires, fadista consagrada, partilharam o palco do Point Fort d’Aubervilliers, num concerto que celebrou a lusofonia. Para Lucibela, cantora nascida em São Nicolau e que vive actualmente em Portugal onde prossegue a sua carreira musical, tendo editado este ano o disco Amdjer, ou mulher em crioulo, a França tem sempre as portas abertas à morna, coladeira e funaná. "Correu muito bem o concerto, foi lindíssimo. Adorei cá estar e sentir o calor do público. Ouviram a morna e dançaram a coladeira. Normalmente os franceses têm sempre as portas e o coração aberto para a música de Cabo Verde e eu sinto isso quando faço concerto. Eles estão sempre a acompanhar, a dançar e a fazer a festa", disse Lucibela. Kamel Dafri, director do Festival Cidades das Músicas do Mundo disse à RFI que a lusofonia era um destino imperdível nesta edição que tem como mote “Dançar e Cantar Agora”. "A temática do Festival Cidades e Músicas do Mundo deste ano é “Dançar e Cantar Agora” e tínhamos vontade de fazer uma visita musical e coreográfica. Obviamente que o destino da lusofonia era imperdível, portanto pensámos logo em Cabo Verde, um pequeno país de África, mas que deu grandes géneros musicais ao Mundo e claro que de Cabo Verde fomos para Portugal, para o fado, a música do sentimento. Somos muito apegados a todo este património", afirmou o director do festival. Para a fadista Carla Pires, com mais de duas décadas de experiência em palcos de todo o Mundo, trazer a cultura lusófona às periferias é importante e urgente, com esta iniciativa de partilhar o palco com a morna cabo-verdiana a parecer-lhe evidente num mundo em que a música deve ter menos rótulos. "Hoje em dia tem-se feito imensos festivais onde há essa junção, exactamente, da lusofonia, num mesmo concerto haver dois artistas que dividem e que partilham o palco. Porque não? Para quê rotular a música?", questionou Carla Pires. O Festival Cidades das Músicas do Mundo prossegue até dia 13 de Novembro em 25 cidades dos arredores de Paris, no departamento de Seine Saint Denis, ao ritmo dos sons de diferentes latitudes.
    11/3/2022
    9:05

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