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  • Ciência - UNESCO distinguiu projecto para empoderar mulheres em Moçambique
    A organização portuguesa Girl MOVE foi distinguida, na sexta-feira, com o prémio UNESCO para a Educação de Raparigas e Mulheres 2021. O projecto tem a sua sede em Nampula, no norte de Moçambique, e pretende potenciar a liderança feminina no país. O projecto Girl MOVE foi criado em 2014, tem o seu espaço em Nampula, no norte de Moçambique, e tem trabalhado para empoderar as raparigas e reduzir os níveis de escolaridade entre a população feminina. A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura reconheceu esse trabalho e atribuiu-lhe o Prémio da UNESCO para a Educação de Raparigas e Mulheres 2021. Nesta entrevista, Marta Roff, gestora de parcerias da Girl Move, explica como funciona a academia, fala sobre os resultados, o empoderamento das jovens moçambicanas e o “reconhecimento” feito pela UNESCO.
    10/18/2021
    11:23
  • Ciência - Cientistas portugueses descobrem forma de reduzir gordura visceral nos humanos
    Uma equipa de cientistas portugueses, do centro Champalimaud, descobriu interações neuroimunes capazes de queimarem a gordura visceral que os seres humanos acumulam perto de órgãos vitais como, por exemplo, o coração ou o fígado. Esta nova descoberta abre caminho para o combate de doenças como a obesidade, diabetes ou até vários tipos de cancro. Henrique Veiga Fernandes, investigador, diretor da Champalimaud Research e um dos autores do estudo pioneiro que foi publicado na revista Nature, começou por explicar-nos o que foi descoberto concretamente. "O que nós descobrimos é que a gordura visceral, que é aquela gordura que em cada um de nós se acumula na cavidade abdominal, na barriga, que apesar de parecer muito uniforme, na realidade é muito complexa e inclui, para além de células de gordura, células do sistema nervoso e do sistema imunitário", começou por explicar o cientista. Henrique Veiga Fernandes e a sua equipa fizeram uma descoberta inédita para a ciência: "O que nós descobrimos na realidade foi que para controlar a gordura que está na nossa cavidade abdominal, a dita gordura visceral, é preciso que o sistema nervoso e as células do sistema imunitário, nessa mesma gordura, colaborem entre si para que o nosso corpo consiga queimar essa gordura". Esta gordura é bastante problemática do ponto de vista de saúde pública pois, segundo o cientista, "está altamente associada com o desenvolvimento de 13 tipos distintos de cancro, incluindo dois que são bastante prevalentes na Europa, nomeadamente, o cancro da mama e o cancro colorretal, mas estão também na origem de doenças cardiovasculares que são uma das principais causas de morte no mundo". A gordura visceral está também associada à predisposição para o desenvolvimento de diabetes do tipo 2, que começa com a resistência à insulina. "Esta é uma nova forma de controlar a gordura que se acumula nas nossas barrigas e, portanto, isto abre novos horizontes muito importantes para novas formas de intervenções terapêuticas em situações de obesidade", complementou o investigador. Estas novas descobertas na área científica foram o motor para a criação da LiMM Therapeutics, uma startup do Centro Champalimaud, que vai dar seguimento a estas pesquisas. "Ao longo do tempo, as várias descobertas que temos vindo a fazer, levaram-nos a criar uma startup, que explora justamente este diálogo entre o sistema nervoso e o sistema imunitário em várias indicações médicas. Uma delas é a obesidade e as doenças metabólicas", salientou. Neste momento, estão a ser criadas formulações para "novos medicamentos que possam ser utilizados para o tratamento de distúrbios metabólicos e obesidade". Henrique Veiga Fernandes referiu que, no futuro, quer continuar a estudar "esta relação entre o sistema nervoso e o sistema imunitário". "Neste momento, o que estamos a explorar, de forma intensa, é justamente este diálogo entre o sistema nervoso e o sistema imunitário no contexto da doença oncológica - do cancro. Como é que poderemos utilizar estas informações e o papel de cada um destes sistemas para melhor compreender os diferentes tipos de cancro e para o desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas, tendo como objectivo último, obviamente, a cura do cancro", rematou.
    10/12/2021
    9:50
  • Ciência - Angola: Paleontólogo português descobre plesiossauro com 72 milhões de anos
    Procurar vestígios de animais que já viveram no planeta terra há milhões de anos é o trabalho de Octávio Mateus, paleontólogo e docente da Universidade Nova de Lisboa. Uma das descobertas mais recentes foi a de um plesiossauro, réptil marinho, com cerca de 72 milhões de anos, um achado feito em conjunto com a sua equipa, em Angola. Em entrevista à RFI, o professor universitário falou sobre as descobertas feitas no continente africano, incluindo a do plesiossauro encontrado em Bentiaba, na província do Namibe, em 2017. O estudo sobre este animal foi publicado em agosto deste ano.  "Os plesiossauros eram reptéis exclusivamente marinhos e viveram ao mesmo tempo do que os dinossauros. Os plesiossauros são muito raros e, sobretudo, muito raros em África. O que nós descobrimos foram exemplares de uma nova espécie que já tínhamos baptizado previamente com o nome Cardiocorax mukulu e o que verificamos agora é um segundo espécime com um crânio completo e, em conjunto, faz dos mais completos plesiossauros da África Subsaariana, portanto, é uma descoberta importante", explicou o investigador. Os fósseis descobertos por Octávio Mateus e a sua equipa estão actualmente patentes numa exposição no Museu Nacional de História Natural do Smithsonian, em Washington, e ali permanecerão até ao final de 2022, antes do regresso definitivo a Angola, de onde são originários. Esta é a descoberta mais recente do Projecto PaleoAngola, que também já deu a conhecer ao mundo o primeiro dinossauro de Angola.
    10/5/2021
    10:14
  • Ciência - Biólogo português Luís Ceríaco em busca de novas espécies em Angola
    Luís Ceríaco, biólogo e investigador português vai documentar toda a biodiversidade existente na Serra da Neve, em Angola, e recebeu recentemente uma bolsa da National Geography para o ajudar a cumprir esse propósito. Em entrevista à RFI, o investigador português falou sobre o trabalho que já começou a desenvolver num dos locais mais misteriosos do continente africano e que contempla várias espécies ainda desconhecidas. "Eu tenho feito trabalhos na Serra da Neve, uma montanha no sul de Angola, desde 2016. Já fizemos lá algumas expedições preliminares para conhecer o terreno e perceber o estado de conservação dessas áreas e também para sondar se existiriam lá espécies que ainda não estão conhecidas para a ciência", começou por dizer. Luís Ceríaco recebeu uma bolsa da National Geography e vai voltar ao terreno em breve com uma equipa multidisciplinar "para fazer um levantamento da fauna e da flora dessa região". O trabalho de campo deverá começar no início do próximo ano. "Esperamos encontrar várias espécies que não se conheçam de todo para a ciência. É muito provável que isso venha a acontecer. Nós, nos últimos anos, já descobrimos 2 espécies novas de répteis e anfíbios nessa montanha e é provável que pequenos mamíferos, plantas ou até mesmo alguns insectos se venham a revelar novos para a ciência", explicou Luís Ceríaco, salientando, porém, que também podem existir outras espécies conhecidas pela ciência, mas que ainda não foram devidamente estudadas e documentadas. Questionado pela RFI acerca dos riscos da profissão, o biólogo português respondeu, retratando a essência das suas funções diárias. "Os trabalhos em contexto de campo acarretam sempre muitos riscos, sejam em África, na América do Sul, na Ásia ou até mesmo na Europa. Estando no campo, estamos longe de hospitais e outras instituições que nos possam ajudar. Estamos um pouco por nossa conta. No contexto africano, temos de ter alguma atenção aos animais selvagens e aos animais de grande porte. Por vezes, estamos a 12 horas do hospital mais próximo sem cobertura de telefone", explicou. Luís Ceríaco não tem medo de correr estes riscos por amor à sua profissão. O desejo de contribuir para o conhecimento de mais espécies é a sua motivação. Actualmente, existem 2 milhões de espécies conhecidas e 8 milhões ainda por descobrir. "Eu e os biólogos reconhecemos que estamos numa crise brutal do planeta. A biodiversidade está bastante ameaçada, não só por causa das alterações climáticas, mas por muitas outras acções causadas pela crescente população humana. Estamos a assistir a um desaparecimento em massa da biodiversidade. Sabemos também que da biodiversidade global nós conhecemos pouco mais de 1/5. Temos mais ou menos 2 milhões de espécies conhecidas e a nossa estimativa é que faltem descobrir e descrever 8 milhões", salientou. O biólogo português deixou ainda uma importante reflexão sobre a biodiversidade: "A biodiversidade é como uma biblioteca, só sabemos o que lá está quando lemos cada um dos livros, mas o que neste momento estamos a vivenciar todos os dias é uma grande crise, ou seja, estas espécies estão a desaparecer, estes livros estão a arder, às vezes sem os conhecermos, daí ser importante fazermos todos os esforços para conhecer a biodiversidade mesmo que isso comporte riscos".
    9/28/2021
    10:59
  • Ciência - Educação ambiental “é urgente” em Angola
    Érica Tavares, diretora-executiva da EcoAngola, defende que “é urgente” a disciplina de educação ambiental desde o ensino primário até ao superior. A bióloga ambiental e ecologista falou-nos sobre o projecto “Angola Sem Plástico”, apoiado pela União Europeia e que pretende consciencializar sobre o impacto nocivo dos plásticos. Para ouvir neste programa Ciência.
    9/21/2021
    11:50

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