Partner im RedaktionsNetzwerk Deutschland
Escucha {param} en la aplicación
Escucha A SEMANA NA IMPRENSA en la aplicación
(3.247)(171.489)
Favoritos
Despertador
Sleep timer
Favoritos
Despertador
Sleep timer

A SEMANA NA IMPRENSA

Podcast A SEMANA NA IMPRENSA
Podcast A SEMANA NA IMPRENSA

A SEMANA NA IMPRENSA

Guardar

Episodios disponibles

0 de 23
  • Tentativa de diálogo de Macron com Putin não é vista com bons olhos por Zelensky
    As tentativas de negociação diplomática anunciadas por Paris para tentar resolver o conflito na Ucrânia foram vistas com ceticismo pelo presidente ucraniano Volodymyr Zelensky. O chefe de Estado criticou abertamente a proposta de diálogo com a Rússia feita pelo líder francês, Emmanuel Macron, e o comentário não passou despercebido. Em uma entrevista concedida à rede de televisão italiana RAI, o presidente ucraniano disse que Macron tenta “em vão” dialogar com Vladimir Putin. “Eu sei que ele queria resultados na mediação entre a Rússia e a Ucrânia, mas não conseguiu”, disse Zelensky. “Enquanto a Rússia não entender que ela precisa [parar com a guerra], Moscou não vai buscar nenhuma saída”, completou o presidente ucraniano. “Macron não precisa fazer concessões diplomáticas para a Rússia agora”, alfinetou Zelensky, antes de dizer que a iniciativa do presidente francês, que pode “salvar a imagem” de Putin, “não foi muito correta”. O assunto foi destaque em várias revistas francesas. A L’Obs, por exemplo, lembrou que Macron já se exprimiu, esta semana, sobre sua maneira de abordar as negociações. “Macron afirmou, na segunda-feira (9), que para acabar com a guerra na Ucrânia, a paz deverá se construir sem ‘humilhar’ a Rússia”, ressalta a L'Obs. Tanto a revista Paris Match como a L'Express também lembraram que o Palácio do Eliseu, sede da presidência francesa, garantiu que Macron nunca discutiu com Vladimir Putin sem o acordo de Zelensky. O presidente francês “sempre disse que são os ucranianos que devem decidir os termos da negociação com os russos”, ressaltou Paris Match. Guerra aquece mercado editorial francês Já a revista M do jornal Le Monde abordou um outro aspecto da guerra na Ucrânia, vista da França: desde o início do conflito, as livrarias do país foram invadidas por publicações ligadas à Rússia e à Ucrânia. “Nessas últimas semanas, todos os livros de Dostoïevski parecem ter saído dos estoques e das prateleiras para serem expostos nas vitrines das livrarias francesas”, comenta a revista. A reportagem aponta que não apenas os clássicos, como Tolstoï, Gogol ou Pouchkine que voltaram a ser solicitados. Autores contemporâneos russos e ucranianos, como Lioudmila Oulitskaïa e Andreï Kourkov, são cada vez mais procurados. Sem esquecer as inúmeras biografias de Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky, e a obra de alguns autores que voltaram a chamar a atenção, como os livros da jornalista Anna Politkovskaïa, assassinada em 2006, e Svetlana Alexievitch, Nobel de literatura de 2015, ressalta a revista M.
    5/13/2022
    1:58
  • Imprensa francesa destaca desafio dos 100 dias para Macron após reeleição, um "sucesso paradoxal"
    As capas das principais revistas semanais francesas destacam o teste ao qual o presidente reeleito, Emmanuel Macron, será submetido nos próximos meses, após ter sido plesbicitado com 58,55% dos votos dos franceses frente à extrema direita de Marine Le Pen. Uma pontuação claramente mais baixa do que quando enfrentou a candidata da então Frente Nacional, em 2017, ocasião em que recebeu 66% dos votos, como sublinha a revista L'Obs. Este resultado é "no mínimo ambivalente", aponta a revista L'Obs, "pois é tanto de Macron quanto o da frente republicana, reativada da melhor forma possível na França entre os dois turnos". "É, portanto, um sucesso paradoxal, que não lhe dá nem impulso nem um estado de graça", aponta a revista semanal francesa.  "Como ele mesmo declarou na noite de sua eleição, prestando homenagem aos eleitores que votaram nele sem compartilhar suas convicções, é uma vitória que o compromete para os anos vindouros", destaca a L'Obs. "Resta saber se ele será capaz de cumprir esta exigência, diante de um país mais polarizado do que nunca, onde uma grande proporção de cidadãos não espera mais nada dele, e alguns se preparam para oferecer uma hostilidade direta à sua presidência", diz a revista. L'Obs destaca, também, os desafios de Macron para esse segundo mandato, como "mudar a situação eleitoral, reduzir a verticalidade excessiva do poder, criar mais espaço para a expressão da oposição e deliberação coletiva". "É também isso que significa responder às expectativas do país e reduzir o número de candidatos de extrema direita: fazer todo o possível, durante os próximos cinco anos, para garantir que a democracia reviva ao invés de apenas sobreviver", conclui a revista. "Enigma Macron" Com o título "O Presidente", a revista Le Point traça um perfil do "enigma Macron". "É de se esperar que seu segundo mandato sirva para reduzir as fraturas do país e relançar as reformas que a França precisa", destaca. Para Le Point, "nossa história, sem dúvida, teria tomado um rumo completamente diferente se Marine Le Pen tivesse ganhado as eleições. A Europa é, como sabemos, uma bicicleta: quando ela pára de se movimentar, ela cai", publica. Na análise da revista, "se, para reduzir as - óbvias - fraturas no país, bastasse apenas assinar mais cheques, a França seria um paraíso de fraternidade e amor". "Em vez de ceder às sirenes do comunismo brando de estilo francês, ele faria melhor em perseguir o mercado financeiro, do qual, aliás, ele vem", diz Le Point. "A consciência eleitoral mudou de lado?", pergunta a revista M do jornal Le Monde. "Nas eleições presidenciais, confessar o voto na extrema direita pareceu muito mais fácil do que declarar o voto para Macron no primeiro turno, surpreende-se o semanário francês. "No segundo turno, os eleitores de Le Pen não tinham mais vergonha de anunciar sua escolha em voz alta, mas, a partir de julho, eles dirão que não se lembrarão bem em quem votaram no primeiro turno", ironiza a revista.
    4/30/2022
    2:03
  • Covid-19: estoque de tratamento de ponta comprado pela França continua quase intacto
    A revista L’Express desta semana traz uma reportagem sobre a aposta do governo francês na eficácia de dois medicamentos contra a Covid-19: o Paxlovid, da Pfizer, e o Evusheld, do laboratório AstraZeneca. Os dois remédios foram adquiridos em grande quantidade pelo Ministério da Saúde do país, mas sua utilização é limitada.  O Paxlovid é um antiviral (nirmatrelvir/ritonavir) que pode ser administrado cinco dias após o início dos sintomas e seu uso é recomendado para pessoas que correm o risco de desenvolver uma forma grave da doença. O Evusheld é uma biterapia de anticorpos monoclonais voltado para pacientes imunodeprimidos, para quem a vacinação tem efeito limitado, ou que não podem ser imunizados. A diferença é que ele pode ser usado de maneira profilática se houve contato com um caso positivo, por exemplo. A França encomendou 500 mil doses de Paxlovid, e 150 mil de Evusheld, que estão disponíveis desde dezembro. Desde então, apenas 20 mil unidades foram utilizadas. O remédio da Pfizer, que recebeu uma autorização especial para uso em fevereiro, também é pouco prescrito: só 5.648 doses foram administradas até agora no país. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou nesta sexta-feira (22) o uso do Paxlovid para pacientes com Covid-19 com sintomas leves, mas com "maior risco de hospitalização". Em entrevista a L’Express, Arnaud Fontanet, membro do Conselho Científico francês, órgão criado para assessorar o governo durante a epidemia de Covid-19, alertou que os tratamentos devem ser administrados no bom momento, ou são praticamente inúteis.  Isso envolve a antecipação e a coordenação de médicos e pacientes para diagnosticar a doença no momento certo. A burocracia que envolve o uso do produto também é diferente, o que pode criar um problema a mais no dia a dia dos clínicos-gerais franceses, que vivem com os consultórios cheios, explica Philippe Besset, presidente da Federação dos Sindicatos Farmacêuticos da França. Prescrição do tratamento é burocrática Como o Paxlovid, por exemplo, exige uma autorização especial, o médico deve seguir um procedimento específico na hora de prescrevê-lo: ele consiste em explicar o tratamento para o paciente, ter certeza que o teste é positivo para a Covid-19 e responder a inúmeras questões antes de se conectar a um servidor criptografado para obter uma receita. O prazo mínimo para ter acesso aos comprimidos é, em geral, de 24 horas.  A médica Dora Lévy, clínica-geral no 20º distrito da capital, exemplificou bem essa dificuldade: uma de suas pacientes, que estava no quarto dia de sintomas, veio ao seu consultório em um sábado de manhã. A especialista sugeriu o Plaxovid, mas o medicamento não poderia ser entregue no domingo. O antiviral, diz, também tem inúmeras contraindicações e não permite diversas interações medicamentosas, o que leva muitos médicos a adotarem o princípio de precaução e evitar a molécula. De acordo com L’Express, a ideia é que o Paxlovid entre no circuito comercial “clássico” dentro de algumas semanas. O uso do Evusheld é ainda mais complexo e requer uma injeção que deve ser realizada nos hospitais. Outro anticorpo monoclonal foi autorizado no início do ano no país. Trata-se do Xevudy, que, infelizmente, segundo a L’Express, não neutraliza a variante BA.2, que atualmente é a cepa dominante no país.
    4/23/2022
    2:04
  • Por que preferência de Macron por enfrentar Marine Le Pen se tornou uma estratégia arriscada?
    A revista L’Obs desta semana traz uma reportagem com o título: “Marine Le Pen, a melhor inimiga de Macron”. De acordo com o texto, o presidente da França, cujo programa de governo diverge totalmente daquele proposto pela candidata do partido de extrema direita Reunião Nacional, “sempre quis participar de um novo duelo contra ela". Mas a publicação avalia que agora essa é "uma estratégia arriscada”. Para a revista francesa, “os macronistas têm dificuldade de enxergar a classificação de Le Pen para o segundo turno da eleição presidencial como uma má notícia. Pois, para muitos, isso sempre foi sinônimo de uma vitória certa”.   A principal diferença, agora, é a banalização dos extremos. “Eu quase não ouvi dizer que ela é de extrema direita”, questionou o presidente Macron a um grupo de jornalistas que cobriam seu deslocamento a uma estação balneária da Charente-Maritime, no oeste da França. “Há 20 anos, a mídia dizia ‘é terrível’, mas não existe mais esta reação”, lamentou. “O mundo político-midiático mudou, as pessoas banalizaram a extrema direita. Eu não”, completou o candidato à reeleição. Se tanto Marine Le Pen quanto Emmanuel Macron ganharam espaço com a queda da esquerda e da direita na França, a batalha agora acontece na dualidade entre “os progressistas e os nacionalistas”, analisa a L’Obs.    Quem promete economizar mais? Já a revista Le Point compara os programas dos dois candidatos. Enquanto o de Emmanuel Macron “visa o surgimento de uma soberania europeia, concebida como um trampolim para a independência francesa frente à gigantes como China e Estados Unidos”, o programa de Marine Le Pen “põe toda a atenção sobre a soberania nacional”, mesmo que ela tenha evitado, nos últimos tempos, a ideia antes defendida do “Frexit”, ou seja, a saída da França da União Europeia. No campo econômico, a revista destaca que enquanto a estratégia Macron traria uma economia real de € 13 bilhões aos cofres públicos, de acordo com os cálculos do Instituto Montaigne, citado pela reportagem, a candidata do partido Reunião Nacional “manteve as bases de um programa fundamentalmente anti-imigração, com a promessa de uma economia de € 18 bilhões por ano às finanças públicas”. Na plataforma Le Pen, alguns benefícios sociais seriam reservados apenas aos franceses. Le Point analisa, contudo, que a promessa de redução de impostos sobre combustíveis e a supressão de outras taxas para aumentar o poder aquisitivo da população, medidas prometidas por Le Pen, podem criar um “déficit na ordem de 1,8 a 2,5 pontos do PIB, em cinco anos”. A hora do debate A revista L’ Express, por sua vez, põe em evidência a importância do debate entre os dois candidatos, previsto para o dia 20 de abril, apresentado como determinante para Marine Le Pen sonhar com uma vitória no segundo turno. “Agressiva na forma, mas confusa no conteúdo, o debate de 2017 apontou as fraquezas da candidata de extrema-direita”, afirma a publicação, lembrando do duelo entre os dois candidatos na última eleição presidencial, em que a candidata foi apontada como a grande perdedora.  Desta vez, a equipe de Le Pen promete uma mudança de atitude. Ela deverá falar mais de seu programa, em vez de atacar o adversário. Para os seus apoiadores, “após uma performance tão ruim, há cinco anos, o contraste será uma vantagem para Le Pen”, resume a revista.
    4/15/2022
    2:09
  • Às vésperas da eleição presidencial francesa, revistas do país destacam desinteresse de eleitores
    A França está exausta pela pandemia de Covid-19 e preocupada com a guerra na Ucrânia. Neste contexto, a eleição presidencial deste domingo (10) se apresenta como “incerta” e de “alto risco”, escreve a revista semanal L’Obs, em sua reportagem de capa. Será que os eleitores vão entrar no “jogo democrático” ou vão “se abster em massa?”, questiona a publicação francesa. O assunto também é analisado pela L'Express, que tenta entender as razões que motivam os abstencionistas.  O canal de televisão francês TF1 pretende encerrar a cobertura eleitoral mais cedo do que em outros anos, destaca o texto da L'Obs, citando que institutos de pesquisa estimam uma abstenção em torno de 29% no primeiro turno, mas que pode chegar a 43%, entre os jovens. A L’Obs explica que entre as causas do desinteresse eleitoral estão “uma desconfiança cada vez maior em relação à classe política, a pandemia que afastou as pessoas da vida pública e o sentimento de uma eleição que já decidida". O lado positivo foi o aumento no número de inscritos para votar: 48,8 milhões, contra 47,2, em 2017, o que pode ser explicado pelo crescimento demográfico e a inscrição pela internet, segundo a reportagem. A força do populismo de extrema direita A revista também analisa o crescimento da extrema direita na França. “Depois de Trump, nos Estados Unidos, do Brexit e da reeleição de Viktor Orbán, na Hungria, a França seria poupada?” questiona a L’Obs. Uma das razões do desempenho da extrema direita, explica o texto, “é o crescimento da sua esfera de influência”, com mais espaço na mídia e dois candidatos a presidente: Marine Le Pen e Eric Zemmour, que juntos somam 30% das intenções de votos. “Marine Le Pen se tornou a porta-voz quase hegemônica dos franceses que pedem uma proteção contra a globalização, seja econômica, cultural ou política”, afirma o cientista político Pascal Perrineau, citado pela L’Obs. A revista ainda cita que os dois partidos tradicionais franceses, o PS (Partido Socialista), à esquerda, e o LR (Os Republicanos), à direita, que durante muito tempo estruturaram a política francesa, agora lutam por sua sobrevivência. Ao mesmo tempo, a esquerda radical “está bem instalada” no cenário político nacional, diz o texto, sem que o candidato da França Insubmissa, Jean-Luc Mélenchon, consiga, no entanto, reunir todos os eleitores de esquerda. “Há um enorme cansaço do sistema partidário que se aplica, também, ao LREM”, partido de Emmanuel Macron, segundo reconhecem os próprios partidários do presidente, que se destacou, em 2017, justamente ao se aproveitar do esfacelamento partidário. O paradoxo dos abstencionistas O desânimo da população francesa com a eleição presidencial também é um dos assuntos principais da revista L’ Express que chega às bancas. “A 2.000 quilômetros da Ucrânia, onde a população luta por sua liberdade, certos franceses não pretendem aproveitar de um de seus direitos fundamentais: o do voto”, compara a reportagem. A revista entrevistou vários eleitores que não pretendem comparecer às urnas. É o caso de Sarah, que trabalha numa confeitaria. “Não vejo o interesse de votar”, diz ela. “Quando digo isso, me sinto julgada por todos”, completa a jovem de 26 anos, que já comprou passagem para viajar no domingo e nem pensou em deixar uma procuração de voto. A cada eleição, “a taxa de abstenção pode servir como um termômetro da saúde da democracia francesa”, observa L’Express. E seu crescimento aparece “como sintomas de um país doente”, analisa a reportagem. Porém, não se pode explicar tudo pelo desgosto em relação à política. "Não tenho tempo de votar" “Quando entrevistamos os abstencionistas, um quarto deles não exprime nenhuma insatisfação”, explica Pierre Bréchon, professor emérito de ciências políticas do Instituto de Estudos Políticos de Grenoble. “A abstenção é puramente individualista, o voto não lhes interessa ou eles têm coisa melhor a fazer neste dia”, diz. “Eu não tenho tempo de ir”, diz Leo, um técnico de laboratório de 23 anos inscrito em Limoges. “É cansativo, e como me mudei depois de me inscrever, não quero atravessar a cidade para votar”, afirma Thomas, 30 anos e morador da capital. “É uma perda de tempo”, acredita. Para Pierre Bréchon, "é um símbolo da individualização da nossa sociedade". Entretanto, não significa que os abstencionistas estão indiferentes aos outros. "Eles apenas não utilizam as eleições para exprimir seu sentimento de coletividade", conclui o cientista político.
    4/8/2022
    1:46

Acerca de A SEMANA NA IMPRENSA

Sitio web de la emisora

Escucha A SEMANA NA IMPRENSA, COPE Emisión Nacional y muchas más emisoras de todo el mundo con la aplicación de radio.es

A SEMANA NA IMPRENSA

A SEMANA NA IMPRENSA

Descarga la aplicación gratis y escucha radio y podcast como nunca antes.

Tienda de Google PlayApp Store

A SEMANA NA IMPRENSA: Radios del grupo